segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Meus cards de Innistrad

Nunca fui um grande jogador de Magic, admito, mas acompanho o universo desse cardgame desde 1994, quando a 4º Edição do jogo saiu em português. Era uma novidade tremenda, visto que antes, os jogadores só podiam comprar Magic em inglês.

Meu lado colecionador sempre foi mais forte. Minha modesta coleção conta com cerca de 2500 cards (um chute, já que faz tempo desde a última vez que contabilizei). Digo modesta porque são lançados quase mil cards por ano, e considerando que coleciono Magic há 17 anos, eu deveria ter MUITO mais cards. Fora que tenho pouquíssimos repetidos

Apesar de não dominar as técnicas mais recentes do jogo, a cada nova coleção eu acabo descobrindo os meus cards favoritos. São cards que por algum motivo, seja a mecânica, seja o flavor (ou, numa tradução livre, o clima da história) ou ainda a arte, acabam chamando minha atenção e despertando minha empatia. Coisas de colecionador, vai entender.


Bem, nesse post (pouco recomendado para quem não curte Magic, RPG, literatura de fantasia ou nunca colecionou nada na vida) eu vou mostrar alguns dos cards que mais me chamaram atenção nesse novo set do cardgame mais bem sucedido do mundo.


Dissipar é uma ótima evolução de Anular, principalmente se considerarmos o fator cemitério em Innistrad. Muitos cards tem recapitular ou alguma outra habilidade que interage muito bem com essa zona de jogo. Então, uma anulação que não deixa o objeto anulado ir para o cemitério me parece perfeita para o novo ambiente. Muito útil.




Peraí... É isso mesmo que eu li? Um Enfraquecimento por apenas 1 mana preto?!?! Claro que é um card bom! Só quem nunca saiu dizimando criaturas do oponente com Enfraquecimento não entende o prazer de jogar com este card. Pode não ser rápido como uma mágica instantânea que faça um efeito parecido, mas não deixa de ser uma belezinha.


Além de ter o maior número de cards dupla face dentre todas as cores, com muitos destes cards representando lobisomens (o que eu adorei, pois sempre senti falta desta tribo no Magic), o verde também trouxe essa criatura mucho loca que, apesar de não servir para atacar, pode salvar aquele jogo perdido que você já não apostava mais. Mas reconheço, é um card que talvez não faça sucesso dada a sua aplicação muito específica.


Sim, você leu direito. Treze pontos de dano. E fica mais barato quanto mais criaturas houver em jogo. Uma desgraça para baralhos como o white weenie (muitas criaturinhas de baixo custo, geralmente 1 ou 2). Imagine a cena: terceiro turno, o oponente já colocou cinco criaturas em jogo e é a sua vez. Você compra o card do turno e vê Ato Blasfemo. Treze de dano em cada uma daquelas cinco criaturas por apenas 4 de mana. E isso sem contar as suas próprias criaturas (e uma boa estratégia seria que elas tivessem habilidades que fizessem uso do cemitério). AWESOME!


Para não deixar o branco de fora, escolhi este card. Por que? Bem, se você der uma olhada nos outros cards brancos do set (aqui), vai notar que (para variar) há um tema quase gritando para ser jogado: deck tribal de humanos. Este é um card básico demais para esse tipo de deck. Nunca se sabe, porém, o que os astutos jogadores de Magic farão com as novas opções que terão a seu dispor a partir de 30 de setembro. Esperemos os primeiros torneios rodando com Innistrad para conferir que tipos de estratégia serão usadas.




Ficamos por aqui. E você, quais cards de Innistrad achou legal? Mande sua lista nos comentários e vamos trocar umas ideias.

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