quarta-feira, 30 de março de 2011

New Phyrexia - "The Father of Machines is coming!"

0 comentários
E saiu como eu previa (e desejava!) há muito tempo... A próxima coleção de Magic: The Gathering, fechando o bloco de Cicatrizes de Mirrodin, se chama New Phyrexia!

NEW PHYREXIA, PARCEIRO!

A realização dos sonhos nerds de qualquer jogador de Magic era uma coleção com foco total nos seres do plano mais maldito de todos. Os phyrexianos tomaram Mirrodin. A Grande Completação foi alcançada...

Vejam preview do card Elesh Norn, Cenobita-Mor, vídeo promocional (que ficou ARRETADO!) e as informações da coleção.




P: "The Great Work of New Phyrexia is Complete"
M: "All is not as it seems, for the struggle is far from over"
P: "New sources of mana power the Machine Orthodoxy"
M: "In consuming our world, The infectors have become infected"
P: "Beneath Phyrexian skin, the heart of Mirrodin burns"
M: "A heart of Mirrodin burns"
P: "The body is whole, but whispers splinter the mind"
M: "Now we are one"
P: "The Father of Machines is coming. Destroyer"
M: "Karn is coming. Savior"



---------------------------------------------------------------------------------------------------------



Nome da coleção
Nova Phyrexia
Bloco
Coleção 3 de 3 do bloco Cicatrizes de Mirrodin
Abreviação
NPH
Número de cards
175
Data de lançamento
13 de maio de 2011
Eventos de pré-lançamento
7 e 8 de maio de 2011
Launch Parties
13 a 16 de maio de 2011
Data de lançamento no Magic Online
30 de maio de 2011
Game Day
11 e 12 de junho de 2011
Equipe de design
Ken Nagle (direção)
Dave Guskin
Joe Huber
Matt Place
Mark Rosewater
Equipe de desenvolvimento
Aaron Forsythe (direção)
Dave Guskin
Zac Hill
Tom LaPille
Erik Lauer




Fonte: www.wizards.com/magic

terça-feira, 29 de março de 2011

[Zapost] Jair Bolsonaro

0 comentários
Não precisa dizer mais nada...

[Psicotrópicas] I, Computer

0 comentários


Veja só… Você tem menos de uma hora para resolver sua vida, e fica aí, parado na minha frente, como se fosse um viciado, dependendo de mim, sem conseguir me largar… Vai, continua assim, perde teu tempo! Ninguém vai te dizer mesmo pra parar. O que te impede? Eu sei como você é, do tipo que manda tudo às favas e depois fica meio arrependido, podia ter feito algo mais útil pra si e não fez…


A vida é assim mesmo: cheia de escolhas… mas você tinha de fazer justo as mais nocivas? Aquelas que lhe farão um mal danado mais pra frente?….


Mas você nem liga. Continua na minha frente, sugando todas as informações possíveis e deixando um pouquinho da sua vida comigo, ficando mais fraco, mais fraco… Sei que está morrendo de fome, de vontade de mijar, de lavar a cara pros olhos doerem menos… “Mas e daí?”, você diz, gritando como se estivesse amarrado à cadeira, prestes a abandonar seu pouquinho de liberdade.


É amigo, as coisas funcionam desse jeito. Pra cada vez que você fingir que nada mais no mundo vai lhe atingir, você volta os pensamentos pra verdade inexorável: que é mais vulnerável e dependente do que pensa….


É uma pena, não é? Saber disso tudo, pensar nisso tudo… Quem mandou nascer? Poderia ter ficado em paz, em algum lugar diferente, ao invés de passar por isso tudo… Ei, volta! Olha pra cá, seu maldito filho da puta! Não finja que não está falando comigo, seu merda! Só porque a japinha da turma nova entrou na sala não significa que você pode desviar sua atenção de mim. Canalha...

segunda-feira, 28 de março de 2011

Mil Palavras nº 4

0 comentários
Foto: Kevin Schoenmakers; Flickr e site

domingo, 27 de março de 2011

Videodrome nº 6

0 comentários
Olá, meus caros!

Hoje, o Videodrome não tem tema, mas garanto que vai agradar pela diversidade. Uma freirinha se aventurando pelo lado negro, uma batalha entre um popstar adolescente e um mestre da música clássica, saberemos como Super Mario seria em primeira pessoa e conheceremos o figurante mais famoso (ou não) do mundo...

Pois então, toca o vídeo aí, gente!



Lapsus
LAPSUS from Juan Pablo Zaramella on Vimeo.


Épicas Batalhas de Rap da História - Justin Bieber VS Beethoven


First Person Mario


O Maior Coadjuvante Menos Famoso do Mundo!
(Agradecimentos ao http://temque.com/ por esta pérola)


Até a próxima!

sábado, 26 de março de 2011

Falsidade Pura

0 comentários
Um filme que demora tanto para ser lançado como VIPs merecia um tratamento melhor do recebeu. A expectativa criada em torno do nosso de Frank Abagnale Jr cai por terra pouco a pouco até seu desfecho.


Marcelo Nascimento da Rocha, um dos maiores estelionatários do nosso país, entrou para história por um golpe digno de cinema: fingiu ser o filho do dono da Gol Linhas Aéreas em pleno Recifolia. Só o mote já seria motivo suficiente para transpor para as telas a vida de Marcelo. O que acontece, porém, vai muito além de uma simples decepção.

Wagner Moura: sustentando o filme, apesar do voo baixo...
VIPs (2010) já era comentado há alguns anos. No mínimo uns quatro, visto que já ouço falar desse filme desde quando ainda fazia o curso de engenharia mecatrônica - e isso faz tempo, viu? Era de se esperar que o filme fosse, no mínimo, bem trabalhado e finalizado. O que se vê é uma dependência crônica do talento de Wagner Moura (na época das filmagens, já despontava para a fama, mas nada comparável a fase pós Capitão Nascimento), uma câmera meio "sebosa" (a imagem muitas vezes parece envelhecida, amadora até) e um roteiro trabalhado nas coxas.

Sabe-se que Marcelo Nascimento da Rocha praticou muito mais golpes que este do "filho do dono da Gol". Porém, pouquíssimos deles são mostrados em cena, o que se piora quando temos o fato de que "VIPs" já vinha sendo considerado uma "versão nacional" de "Prendra-me Se For Capaz". Não nos parece nem sequer digno que Marcelo tenha virado filme.

"Legión Urbana del carajo!"
Temos de considerar também que o roteiro toma certas liberdades, dando muitas cores ao que foi "baseado em fatos reais". O que sobra é uma carcaça cheia de enfeites, onde vemos o falsário Marcelo representado como uma pessoa transtornada, em busca de uma identidade para si que nunca encontra. Se "VIPs" fosse feito com mais cuidado, você até torceria pelo cara.

Mas o pior é ver que, excluindo a realidade embutida na história, o filme até é divertido, com algumas cenas engraçadas ("Legión Urbana del carajo!") e frases de efeito bem pontuadas (como a da cena final). No entanto, "VIPs" poderia ter rendido muito mais. Tanto que, quando chega ao final, a sensação de falta é tão grande que o espectador pode sair do cinema achando que os produtores não tiveram dinheiro suficiente para acabar o filme...

VIPs
Nota: 6.5/10



- x - x - x -


-Agora "olha no meu olho e vê se eu tô mentindo".
-Um grande encontro seria Marcelo x Cal Lightman (de Lie To Me)
-Alguém poderia me dizer desde que ano já se falava na produção/filmagem de VIPs? Repetindo, eu ainda fazia engenharia quando vi/ouvi as primeiras cenas/notícias a respeito.

Adeus a Lula Côrtes

0 comentários

Confesso uma falha grave: mal conhecia a obra de Lula Côrtes. Na verdade, não conhecia praticamente nada do cara, apesar de saber da sua importância. Com a sua morte nesta madrugada de sexta para sábado, fica uma lacuna não só para mim mas também para outros que não tiveram a oportunidade de conhecê-lo, de reconhecê-lo, ainda vivo. 

Como registro aqui no Caixa da Memória, fica uma matéria do Diario de Pernambuco de hoje e um vídeo do Observa & Toca - Ao Vivo em Estúdio.


Velório de corpo de Lula Côrtes será na Câmara Municipal

Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR

O corpo do cantor, compositor, poeta e pintor Lula Côrtes deve ser velado na Câmara Municipal de Vereadores de Jaboatão dos Guararapes a partir das 10h deste sábado. O local e o horário do enterro ainda estão sendo definidos. O músico faleceu na madrugada deste sábado, cerca de uma hora depois de chegar ao Hospital Barão de Lucena, no bairro do Cordeiro, no Recife.


Lula Côrtes sofria de um câncer que começou na garganta há cinco anos, mas se espalhou por outros lugares do corpo. Ele tinha feito quiomio e radioterapia, mas de acordo com amigos próximos, continuava bebendo e fumava quase três carteiras de cigarro por dia. No mês de janeiro ele teve Hepatite C e, em seguida, erisipela, o que o deixou ainda mais fragilizado.
Ainda assim, o músico continuava trabalhando. Os últimos shows foram na semana passada - quinta, sexta e sábado - no Sesc Belenzinho, em São Paulo. Ele e Zé da Flauta fizeram participações especiais no show de Alceu Valença, relembrando a década de 1970.
Na madrugada da terça para a quarta-feira, Côrtes passou mal e foi socorrida para uma UPA em Jaboatão, sendo liberado em seguida. Decidiu então, a convite de uma amiga, continuar o tratamento numa pousada em Maracaípe. "Na última quinta-feira ele teve uma melhora surpreendente, mas na sexta de manhã já amanheceu muito pior. Foi quando entrei em contato com amigos para trazê-lo ao Recife", contou o produtor e amigo, Lulinha. Lula Côrtes deixa seis filhos. O primeiro casamento foi com a cineasta Kátia Mesel.
Carreira - Nascido Luiz Augusto Martins Côrtes, Lula tem seu nome marcado na música popular brasileira por dois discos lançados na primeira metade da década de 1970, hoje lendas na internet pelo alto preço cobrados pelos vinis. Em 1972, ele gravou com o hoje cartunista Laílson o LP Satwa, pela Rozemblit. Em 1974, com Zé Ramalho, finalizou o álbum duplo Paêbiru - O Caminho da Montanha do Sol, mas a gravadora pernambucana, atingida por uma grande enchente, só conseguiu salvar poucas cópias, que se tornaram raridades. Ele ainda produziu e fez o desenho da capa de No Sub Reino dos Metazoários (de Marconi Notaro).
Os três trabalhos chegaram a liderar a lista de discos mais vendidos na categoria World Music quando foram lançados em 2008 nos Estados Unidos por uma gravadora independente, a Time-Lag Records. O relançamento em CD de Paêbiru no Brasil fazia parte dos planos de Lula Côrtes, que destacou ao Diario: "Na verdade, o disco não é só meu e de Zé Ramalho, é de toda a galera do movimento underground nordestino da época. Na ficha do Paêbirú, aparecem muitos nomes, como Alceu Valença e Geraldo Azevedo", afirmou.

Capa do lendário Paêbirú
(imagem não constante da matéria original)

Côrtes ainda lançou os discos O Gosto Novo da Vida, Rosa de Sangue, A Mística do Dinheiro, O Pirata, Nordeste, Repente e Canção e Lula Cortes & Má Companhia. Somente este último teve distribuição direta em CD. Além de músico, Lula Côrtes lançou obras de prosa e poesia, como o audiobook O lobo e a lagoa e livros como Hábito ao vício, Rarucorp, Bom era meu irmão, ele morreu, eu não e Amor em preto e branco e se dedicava atualmente às artes plásticas. Em reconhecimento ao seu trabalho literário, a União Brasileira dos Escritores de Pernambuco (UBE/PE) deu-lhe a carteira de sócio efetivo, retroagindo o ano de admissão a 1972, quando o multiartista lançou o Livro das Transformações.

Da sua experiência recente como assessor de Cultura da Prefeitura de Jaboatão, Lula extraiu matéria para pintar aquarelas retratando o cotidiano dos habitantes do município, seus aspectos ecológicos, o patrimônio material e imaterial da cidade. Sua meta era chegar a 365 peças. A primeira exposição, com 35 aquarelas, intitulada Fragmentos, foi aberta em setembro do ano passado.




OBSERVA & TOCA - Lula Cortes from Recheio Agência Conteúdo on Vimeo.

E mais: a história da história de Paêbirú (via O Globo)

Que Lula Côrtes seja sempre lembrado!

140x10 - Entre Falhas e Heróis

0 comentários

Comecemos pela madrugada de quarta para quinta: a GVT ganhou o ódio de seus clientes por uma falha impedindo o acesso ao Twitter, embora clientes de outras operadoras também tenham reclamado... A #realfail Rebecca Black, continua fazendo "fama". Deve ser lembrada todas as fridays, fridays, fridays pelos próximos meses. Estrela de verdade era Elizabeth Taylor, que nos deixou nesta quinta. Salve a eterna Cleópatra! Outra lenda lembrada esta semana foi Harry Houldini, o ilusionista mais famoso do mundo, graças as suas façanhas inacreditáveis. Inacreditável mesmo foi a queda do #fichalimpa, que só deve valer para 2012. (que seja antes do fim do mundo previsto pelos maias...). Herói de verdade é Capitão América - apesar de não gostar muito dele: pura propaganda ianque. Saiu o trailer do seu filme, com um Chris Evans anabolizado e cenas que prometem um sucesso absoluto ou um fiasco tremendo, sem meios termos. Mais propagandista que o América, só o #100factsaboutme, uma hashtag besta que o sujeito usa para postar... 100 coisas sobre si mesmo! Difícil imaginar tamanho interesse. Assim como é difícil imaginar que o humilde Rafinha Bastos seja a criatura mais influente do mundo inteiro (no Twitter). Tenho certeza que ele deve estar cagando e andando orgulhoso por isso. Para fechar, morreu Cibele Dorsa, da mesma forma trágica que seu namorado, Gilberto Scarpa. Que encontres a paz, menina.

- x - x - x -

Hoje vai sem figura, que eu tô com preguiça...

quinta-feira, 24 de março de 2011

[Somatórios] A Revolução do Simples

4 comentários
Por Lucas Campelo*

Me lembro, de forma nem tão nostálgica assim, o que significava “smartphone” há uns anos atrás: um celular grande e cheio de funções que apenas executivos utilizavam. Os aparelhos tinham menus extensos e complicados, um sem-número de configurações necessárias para se acessar à internet, tudo isso empacotado em telas pequenas demais que eram utilizadas para ler arquivos de texto e planilhas enormes de excel. E todo mundo acreditava que aquilo estava sendo feito do jeito certo.

Resquícios da Era dos Tijolões: pesados, desconfortáveis e pouco práticos

Esse grande erro de design só foi se tornar mais evidente em 2007, quando uma empresa que tinha dado certo com o iPod inventou de vender um aparelho celular. Foi um grande boom. De repente, era necessário para qualquer usuário comum ter e-mail, youtube, navegar, e até poder ver o google maps na palma da mão. Baixar aplicativos deixou de ser algo que era feito apenas no computador. Na verdade, se tornou tão popular que surgiram empresas e programadores independentes que ficaram ricos apenas vendendo os programinhas para o aparelho. Nasceu a era do iPhone.

E ano após ano, todas os concorrentes lançavam celulares mais poderosos, com melhores câmeras, processadores, diziam que era um “iPhone Killer” e morriam na praia. Nenhum conseguiu abocanhar uma popularidade tão grande entre o público comum quanto o brinquedo da Apple. A resposta era simples, literalmente. Era tudo uma questão de simplicidade.

Os usuários comuns não estão preocupados com quantos Mhz ou memória RAM tem o seu telefone celular, ou quantos Megapixels tem a camêra embutida. Eles só querem uma coisa: que o aparelho faça o que eles querem, na hora que eles querem. Que mande e-mail sem precisar chamar um técnico pra configurar, ou que possam navegar na internet em uma tela que permita ler o que está escrito. De repente, ao remexer em um iPhone, se descobre que basta arrastar o dedo para ler o resto do texto ou tentar esticá-lo para dar zoom. Que todos os programas são semelhantes para que você tenha que aprender tudo apenas uma vez. É esse cuidado com os detalhes e simplicidade da interface que passou tantos anos esquecida.


Bem-vindo a Era dos Toques

Estamos hoje no começo de uma era pós-PC, onde, cada vez mais, o computador fica desligado para dar lugar ao smartphone e ao tablet. O iPad, que usa o mesmo sistema operacional do iPhone, foi o aparelho eletrônico com a maior taxa de vendas da história, com 4,5 milhões de unidades no primeiro trimestre. Isso em um mercado de tablets que eram fracasso atrás de fracasso porque ainda insistiam em vir com o Windows, que nunca foi feito para telas de tamanho reduzido e sensíveis ao toque.

Foi a custo de muitas tentativas que, hoje, a indústria enxerga o tamanho do valor de mercado do “simples”, do intuitivo, do minimalista, da maneira com menos cliques de distância possível do objetivo almejado. Hoje não basta criar uma interface de usuário que sirva, mas aquela que deixe o usuário a vontade, como se ele a tivesse conhecido a vida toda e que ao mesmo tempo seja rápida, simples e uniforme. Uma interface que trabalhe mais o instinto e menos a cognição, para se gastar mais tempo fazendo e menos tempo aprendendo a fazer.


*Estudante de jornalismo da Universidade Federal de Pernambuco, 22 anos, empresário, ator, cinéfilo e tree hugger.







- x - x - x -

A coluna Somatório é mais uma novidade do Caixa da Memória. Esta coluna está aberta para colaboração externa, sendo quinzenal e sempre com tema livre. A formatação deve ser: fonte verdana, tamanho 12, espaçamento simples, até 5.500 caracteres com espaço, mínimo de uma folha.

Essa formatação é só uma guia. O texto pode ser maior, sim. Sugestão de ilustrações/artes, assim como de suas legendas, também são aceitas (não necessariamente aprovadas). Tudo vai correr na base do diálogo.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Mil Palavras nº 3

0 comentários
Arte: Jarbas, para o Diario de Pernambuco

sábado, 19 de março de 2011

Videodrome nº 5 - Zangief Day!

0 comentários
Olá, amigos! Esta semana o Videodrome vai combinar seriedade e diversão. Como? Fazendo uma edição especial Zangief Day!
Mas comassim, Wesley? Vamos direto ao ponto. Esta semana, duas coisinhas bem bizarras - de formas bem particulares - me chamaram a atenção no YouTube. Uma foi o jovem Casey Heynes, o "Zangief Kid". A outra foi o “Pastor Zangief”.

Zangief Kid
Casey Heynes é um gordinho que virou herói para um monte de gente por ter revidado o bullying de um pirralho babaca da sua escola. O apelido de Zangief Kid veio por conta da semelhança com o golpe do personagem clássico do game Street Fighter II.

O vídeo, tirado inúmeras vezes do ar pelo site por conter cenas de violência, tinha tudo para ser uma condenação ao pobre Casey. Mas o que se viu foi uma avalanche de mensagens de apoio ao garoto, boa parte vindas de pessoas que sofreram/sofrem de bullying nas suas vidas.

A repercussão do caso foi tão grande que Casey chegou a ser entrevistado pelo programa ACA (A Current Affair), do canal Australiano Channel 9. A matéria, simplesmente demais, revela o estrago que o bullying pode causar a alguém tão jovem.

Sinceramente, me identifiquei demais com o garoto. Queria eu, quando criança, ter um décimo da coragem que ele teve para fazer o mesmo com os que me “perturbavam” na escola. Palmas para Casey Heynes, o Zangief Kid.
Veja a reportagem do ACA abaixo.



Pastor Zangief
O tipo de coisa que só aparece pra "geral" graças à internet... Um pastor, no mínimo on drugs, começa a balbuciar palavras sem sentido misturadas a um discurso desconexo (não, amigos evangélicos, não adianta tentar me convencer que ele estava falando "em línguas". Sorry, mas não caio nesse truque barato).

De repente, não mais que de repente, o cara começa a GIRAR loucamente entre seus pares, um verdadeiro pião desgovernado, um "bailarina" sem a MÍNIMA NOÇÃO DO RIDÍCULO! A descrição do vídeo no YouTube é ótima: "pastor recebe zangief, pica pau e pavarotti, finalizando com uma bela sessão giratória na cara de satanás!"

Qualquer um que acredite que esse pastor estava sob inspiração divina merece uma pernoite gratuita e ilimitada nas instalações do Ulysses Pernambucano [vulgo Tamarineira]...

Como desgraça pouca é bobagem, existe uma versão remix desse troço. Um cara hackeou o jogo Street Fighter IV, a mais nova versão da franquia de sucesso dos fighting games, e pôs uma roupa de pastor no Zangief! Editou tudo direitinho e o resultado é esta piada pronta que você vê abaixo.

140x10 - De Bethânia a Obama, Só Bomba

0 comentários

Vamos começar falando de cantoras. Rebecca Black... De onde saiu essa menina? Uma criaturinha lá dos States que achou que ia gravar um clipe e arrasar. Alguém avisa que ela canta mal pra caramba, por favor? Maria Bethânia ganhou o mainstream das conversas piadas por aí. Conquistar R$1,3 milhão via Lei Rouanet só para fazer um blog é para poucos – embora existam coisas como Blogger, Twitcam e outros, totalmente grátis. O blog da Bethânia não repercutiu nada bem, seja pra ela ou para o MinC, que anda bem desmoralizado desde que Ana de Hollanda botou seus pezinhos por lá. E claro, como deixar passar a absoluta Stefhany, a cantora (?) que mais uma vez arrasou (??) num clipe criativo, de estética inovadora (???), com uma canção de sucesso garantido (O_O). Teve também a visita de Obama ao Brasil. Todo o mundo – literalmente? – na expectativa sobre o que o todo poderoso, digo, presidente dos EUA faria em visita à Terra Brasilis. Outra viagem foi o Zangief Kid, também conhecido como o herói das vítimas de bullying mundo afora. As imagens do gordinho Casey Jones dando um pilão no “colega” ganharam mundo e reabriram as discussões sobre agressão física e psicológica na infância e adolescência. Entre feriados como o St. Patrick’s Day e o aniversário de Aracaju, o cachorro Pinpoo seguiu suitando na mídia até ser (finalmente!) encontrado. Ainda bem, pois ninguém aguentava mais esse cachorro!

terça-feira, 15 de março de 2011

[Psicotrópicas] Palhaço

0 comentários
O Palhaço é bobo nobre
Finge que chora pra causar o riso
E finge que ri pra esconder a dor

segunda-feira, 14 de março de 2011

Mil Palavras nº 2

0 comentários
Foto: Wally Santana - Associated Press

Wizards of The Coast anuncia Innistrad

2 comentários

O próximo bloco de Magic: The Gathering vai se chamar Innistrad. Ao que tudo indica, considerando o nome do bloco, o slogan e a ilustração massa do anúncio, teremos vampiros e outra aberrações do mana preto. Ou seja, provavelmente a expansão que fechará Cicatrizes de Mirrodin será New Phyrexia, para dar continuidade a essa "pretomização" do jogo que veio de Zendikar para cá. Serão 264 cards para movimentar o cenário deste que é o mais popular e bem sucedido jogo de cards colecionáveis do mundo.
Mais informações abaixo.

Data de lançamento: 30 de setembro
Pré-Lançamento: 24 e 25 de setembro
Launch Parties: 30 de setembro a 3 de outubro
Data de lançamento no Magic Online: 17 de outubro
Game Day: 29 e 30 de setembro

Símbolo do bloco. Qual será o significado???

Equipe de Design: Mark Rosewater (chefe), Richard Garfield, Jenna Helland, Graeme Hopkins, Tom LaPille.
Equipe de Desenvolvimento: Erik Lauer (chefe), Mark L. Gottlieb, David Humpherys, Tom LaPille, Adam Lee, Kenneth Nagle.

Quem seria essa perigosa dama? Só em setembro vamos saber...



[Zapost] Para alguns, o sol ainda não nasceu...

0 comentários
O mundo acompanhou, em estado de choque, as cruéis consequências do terremoto de 8.9 escala Richter no Japão. Como bem explicado pela mídia, diferentemente do tsunami da Indonésia poucos anos atrás, onde não houve alerta, a população não estava preparada e era um país pobre, a catástrofe japonesa foi filmada, fotografada e exibida à exaustão. Agora sim temos uma ideia bastante concreta e apavorante do que vem a ser um tsunami. Vimos prédios chacoalharem como se fossem de brinquedo, cidades destruídas e pessoas arrasadas pelo desespero.

O G1 postou um ensaio muito bem feito da tragédia do Japão. São 62 fotos onde nossa vista é levada para junto do cidadão japonês, isolado, destruído, apagado, renascido. Cliquem no link para visualizar este forte ensaio.

Ah, e mais uma coisa: que os idiotas que ainda perdem tempo fazendo piadas sobre Godzilla e outras coisas... Que ardam no inferno, seus desgraçados!

Zap.

domingo, 13 de março de 2011

Videodrome nº 4 - Tragédia Japonesa

0 comentários
Olá, meus caros. Mais uma vez a edição do Videodrome não vem nada feliz. E desta vez, o nível é mais global. Todos estão carecas de saber o que o Japão vem sofrendo nos últimos dias. Sinceramente, pensei até em não postar essa coluna hoje. Mas, para efeito de registro, e para que não esqueçamos o quanto a Mãe Natureza está fula da vida com as nossas barbaridades, eis alguns vídeos do terremoto e da tsunami que atingiram o Japão nesta sexta-feira.


Tsunami forma redemoinho na costa do Japão

Primeiras Imágens del terremoto en Japón


Tsunami invade o Japão (Tsunami hits Japan) - 11/03/2011

De Pernas Abertas Pro Mundo

2 comentários
O que tem de tão interessante na vida da (ex-) prostituta mais famosa do Brasil a ponto de fazerem um filme sobre ela? Alguma coisa. Bruna Surfistinha, acreditem, é um bom filme. Pena que erra na "mensagem".


Raquel Pacheco era uma mocinha de classe média alta, meio outsider, tímida, que tinha problemas na família e no colégio, como qualquer adolescente de sua idade. Um belo dia, sai de casa e entra para a prostituição. Bruna Surfistinha (2011) poderia ser resumido desta forma, mas seria uma injustiça. Para quem, assim como eu, não apostava no filme, pode acreditar: ele é bom. Mas também nem tanto. Vamos tentar esclarecer as coisas...

A personagem título é interpretada por Deborah Secco, atriz que estamos mais do que acostumados a ver em papeis sensuais. Logo, nenhuma novidade em sua atuação. Tá, em alguns momentos ela mostra alguma competência, mas no final, é o velho feijão com arroz que já vimos dela em outras produções. Se serve de consolo para alguns, sim, ela fica quase completamente nua em muitas cenas. Algo mais do que esperado na cinebiografia de uma ex-prostituta.

Deborah Secco: nenhuma novidade.
Em termos de produção e execução, Bruna Surfistinha é bem feito. Exceto por alguns cortes muitos estranhos, concentrados no início da trama, o filme tem uma progressão interessante. Vê-se o cuidado na execução dos trabalhos de filmagem, assim como o esforço de fazer um produto de massa que não seja vazio. Mas aqui, novamente, esbarramos em outro problema...

Nunca li "O Doce Veneno do Escorpião", o livro de Bruna no qual o roteiro se baseia e que vendeu horrores, uma transposição do seu blog para versão impressa. Logo, nem sei o quanto Marcus Baldini filtrou do livro para a telona. Mas o que o espectador tem diante de isso é um certo endeusamento da vida de prostituta, como se aquilo fosse uma saída interessante para qualquer mocinha com problemas querendo se descobrir. Claro que a parte "bandida" da coisa é mostrada, mas com suavidade. Convenhamos, tirando uma cena em que o irmão de Bruna aparece na "casa de massagem" onde ela trabalha, não se vê uma única cena em que a prostituta mais famosa do Brasil leve sequer uma surra de um cliente. Não que toda prostituta apanhe - e nem estou incitando violência contra mulher! - mas ver uma personagem que vai do mais baixo nível de prostituição até os salões dos VIPs e não sofrer nenhum trauma desse tipo chega a ser um eufemismo da realidade.

Parece, mas ela não está fazendo o que você está pensando...
Fora isso, temos cenas e diálogos (ou monólogos, onde a protagonista vai dando mais detalhes que gastariam muito tempo para serem traduzidos em cenas) em que se percebe uma apologia a "vida fácil". Como no trecho da festa de aniversário de Bruna, em que ela sai de uma concha, à la Afrodite, e discursa algo do tipo "Estou aqui rodeada de amigos, gente bonita. Eu venci. E vocês também podem. Vocês tem que lutar pelo que acreditam!"; ou a cena final, cheia de existencialismo barato, do tipo que tenta justificar todas as merdas que alguém pode fazer na vida com uma frase de efeito. Desculpem-me, podem me chamar de moralista e tudo mais, mas essa para mim é uma grande falha do filme.

Essa "vida fácil" está mais para vida de puta do que de prostituta, se é que me entendem. Quando um filme sobre Bruna Surfistinha causa reações como "Essa tem coragem de mamar em onça" (ouvi isso de uma mulher que estava sentada próximo ao meu lugar), como se prostituição fosse a carreira mais massa ever, é no mínimo questionável. Não se trata da admiração causada pelas agruras da qual Bruna escapou, por conta das muitas escolhas erradas que tomara, mas sim de uma admiração do tipo "porra, ela se jogou nessa vida e venceu". COMASSIM?

Bruna/Raquel tinha outras opções, outras soluções possíveis para seus problemas. Mas ela preferiu seguir a mais manjada de todas: "chocar" o seu mundo de origem. Nossa, quanta criatividade e futilidade juntas. Assim como tantas patricinhas imbecis à solta pelo mundo.

Drica Morais: Só para variar, um show.
Tirando esse "ruído" na comunicação, Bruna Surfistinha é bem assistível, com Drica Morais arrasando no papel da cafetina que conduziu os primeiros passos de Raquel/Bruna na sua nova realidade e... bem, o restante do elenco é bem "figurante", ficando para Cássio Gabus Mendes a cruz de único coadjuvante verdadeiro. Algumas cenas impagáveis, numa trama que seduz o espectador a torcer pela personagem-título, além de uma trilha sonora pop-rock-eletro muito bacana, salvam o filme. Ótima estreia para um diretor que até então só tinha um DVD de Maria Rita no currículo.


Bruna Surfistinha
NOTA: 7,0/10

- x - x - x -

-Tremendamente não recomendado para mentes facilmente influenciáveis. :D
-O título deste post tem a ver com um detalhe que só vendo o filme para entender... :D

sábado, 12 de março de 2011

140x10 - Carnaval, Bairrismo e Um Idiota

0 comentários

Carnaval. A festa mais esperada dos pernambucanos, saudade bruta que só se extingue nesses quatro dias mágicos... Ah, Carnaval... Até nessa época o “bairrismo” aparece. Nada de provocação, só uma disputa saudável entre Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco e Bahia. Em todos os dias de folia, um desses quatro estados ganhava os trendings por conta de suas festas. Sampa pelas suas escolas de samba, cópia da festa carioca. Por sua vez, os cariocas tiveram direito a hashtags para quase todas suas escolas, além do atrevimento do Cordão da Bola Preta, que insiste em desafiar o recorde do Galo da Madrugada de maior bloco do mundo. O Galo honrou nossa bandeira, assim como o Marco Zero, Olinda e as atrações que se apresentaram nas irmãs cidades – parabéns adiantado para elas, que aniversariam neste fim de semana! Já a Bahia foi representada por Salvador e seu Carnaval “democrático”, de abadas valendo ouro, cordão de segregação, trios elétricos manjados e axé pasteurizado – que infelizmente invadiu algumas festas do Carnaval pernambucano. Correndo por fora, a cidade de Manaus, no Amazonas, protagonizou infeliz episódio... Um idiota integrante do Restart falou tremendo absurdo sobre a cidade e o estado, causando furor dos manauenses e respostas iradas de imbecis fãs, que ainda teimam em chamar os coloridos de “banda”. Tirando isso, quem mandou mesmo foi Momo e seu reinado glorioso. Salve!

Crônica do Carnaval Pernambucano

2 comentários
A noite agitada no Recife Antigo
O que se pode descobrir num Carnaval? Muita coisa, se você vier para Recife ou Olinda nesta época. Por exemplo, quais seriam as chances de um brasiliense xavecar uma mineira no Recife Antigo, em pleno sábado de Zé Pereira? Zero? O Carnaval de Recife prova que é bem mais fácil de acontecer do que se imagina. Afinal de contas, são tantos turistas brasileiros e estrangeiros conferindo a nossa festa que - me perdoem os discordantes pela hipérbole - é a maior e melhor do mundo... Um esbarro entre um brasiliense e uma mineira, aqui, vira brincadeira.

Essa vista é para poucos, meu caro.
Há espaço para descobertas etílicas.  Por exemplo, a Jurubeba, a vedete alcoólica do momento, é ruim de lascar. Nem imagino porque é tão adorada. Ô, troço! Um gosto enjoado, forte, um raspa-raspa com álcool e sem gelo. Não recomendo a ninguém. Melhor mesmo é brincar com os foliões que invadem as ladeiras de Olinda em busca de animação. Em que lugar do mundo você pode ver um encontro de índio urbano com monge budista? Aqui, você descobre até baiano do Chile! Onde mais tem disso? Mas cuidado: você pode encontrar estranhos objetos perdidos, coisas realmente inusitadas. Se por acaso tropeçar numa prótese dentária, amigo, não se assuste. É Carnaval. Siga em frente, dando risada pelo acontecido.

Mistura boa
No nosso Carnaval, ao menos na capital, os ritmos são bem diversos, tem gosto para tudo. Se curte um frevo das antigas, pode vir. Se curte algo mais moderno, tipo um pop ou MPB, venha simbora. Se seu som é mais eletrônico, hi-tech, plugado, também tem onde brincar. Alegria em Recife e Olinda não vai faltar. Talvez você se decepcione com um show de Lenine incomumente morgado como um leão velho de circo. Ou se espante com uma legião de fãs da banda Eddie, lotando o Fortim do Queijo, na beira-mar de Olinda, cantando em coro todas as músicas. Ou esbarre com o Bloco da Saudade, saindo da Praça 12 de Março em direção ao Carmo. Ou ainda veja uma legião de caboclos de lança defendendo sua Nação. Seja lá o que você queria ouvir e ver ou o que vai acontecer, tenha uma certeza: nosso Carnaval energiza a ponto de você passar uma tarde no calor de Olinda e querer emendar a noite no Marco Zero, voltando para casa muito depois da meia-noite. E ainda levantar no outro dia querendo mais.

No sobe e desce ladeiras...

Pena que acabou. Mais descobertas, agora, só no ano que vem...

segunda-feira, 7 de março de 2011

Mil Palavras nº1

0 comentários
Foto: Chico Porto - JC Imagens