domingo, 27 de fevereiro de 2011

Oscar 2011 - Respondendo ao Meu Amigo Caio

Na última sexta-feira, meu nobre amigo Caio, do Caio em Coluna, conseguiu fechar o seu post mastodôntico sobre os concorrentes ao Oscar 2011 de melhor filme. Não foi uma tarefa fácil. Afinal, foram mais uma vez 10 indicados, mostrando a tendência mercadológica desta consagrada premiação. E como um dos leitores mais fieis do Caio em Coluna, meu amigo xingou muito no Twitter porque eu, até agora, não comentei o post. Bem, considerando que eu precisava postar a respeito do Oscar 2011 e eu estava devendo alguns filmes aqui, resolvi hoje fazer uma (fracassada) mini-maratona dos longas que eu ainda não tinha assistido para, então, poder comentar. Mas, como Caio mesmo disse a mim no Facebook, o texto dele estava muito grande e meu comentário acabaria sendo outro post.

Bem, eis-me aqui na árdua tarefa de referendar (ou não) as opiniões do meu amigo e, ao mesmo tempo, expondo minha visão sobre os filmes e meus palpites para esta noite. Seguem os textos, (quase) na mesma sequencia que os do post de Caio. Ao final de cada breve análise, vocês irão encontrar uma sessão chamada Tête-à-tête, onde me pegarei a concordar/discordar da chatice opinião de Caio. :D

Minhas desculpas se em algum momento, especialmente no Tête-à-tête, o texto ficar meio hermético, tipo piada interna de grupinho de faculdade. Nada que uma visita ao blog do meu amigo não vá esclarecer.


Bravura Indômita

"Passa esse Oscar, Franco!"
Uma história de vingança. É disso que basicamente trata a nova obra de Ethan e Joel Coen. Agrura, rudeza e violência digna de faroeste, encabeçado por um ator muito digno como Jeff Bridges no papel de um agente federal (é isso que os US Marshall são, afinal de contas) que resolve tudo sem grandes rodeios, na base da bala e da língua afiada, só poderia ser um filmaço. Junte a isso o talento mais que promissor de Hailee Steinfield, no papel da jovem sedenta de vingança, mas ainda uma menina, e o interessante personagem de Matt Damon (sim, o personagem é mais interessante que o ator, desculpas a quem achar o contrário). Simplesmente não tinha como Bravura Indômita dar errado. No entanto, é um filme superestimado. Bom de fato, mas não o vejo como uma obra que merecesse tanto destaque assim. Bridges está perfeito com o seu Rooster Cogburn. Equivalente a seu papel mais recente, em Tron Legacy, ele destoa do restante das pessoas que convivem com ele, mas é o mais conectado ao mundo (cruel) que o cerca. No velho-oeste dos Coen, não há lugar para sutilezas ou bons modos. Se você não for tão agreste quanto o chão seco do Arkansas, meu filho, não vai durar muito. E Cogburn é o tipo de anti-heroi que todo Faroeste com F deve ter.

Tête-à-tête: Quanto aos personagens, só discordo dessa visão que LaBouef parece um covarde mercenário no início. Damon escapou fedendo de perder o personagem, mas até conseguiu alguma dignidade, fazendo o típico agente da lei certinho e orgulhoso do seu status. Só acho que faltou algo mais de “texano” nele. Parece que ele é apenas um cowboy cheio de firulas. Só mais tarde ele demonstra algo mais (ainda bem). Quanto a premiação, tá difícil. Cisne Negro e 127 Horas tem mais a oferecer e no final das contas, Bravura Indômita termina sendo mais um filme de narrativa comum, cansativa em alguns momentos, cujo único grande punctum é mesmo Mattie, a personagem de Hailee Steinfield. Ela tem chance de desbancar a favorita Melissa Leo. Melhor ator seria um maravilha para Bridges, mas ele esbarrou com um rei gago... Direção também não está mole este ano. Pode levar roteiro adaptado – se não for para 127 Horas. E talvez o de melhor fotografia, mas para esse eu tenho outro favorito...


127 Horas

"Porcaria, eu tava quase pegando o meu Oscar!"
Como não dormir assistindo 1h32 de filme sobre um cara “levemente” inconsequente que fica com a mão presa numa rocha? Pergunte a Danny Boyle, ele sabe como. De todos os indicados, esse foi o que eu menos apostava e foi a mais grata surpresa. A história de sobrevivência vivida por Aron Ralston é cinematográfica per si, embora arriscada de ser filmada. Boyle administra muito bem o marasmo de se ficar preso por cerca de 5 dias no meio do nada com cenas de flashbacks bem colocados, além de momentos de delírio que nos tiram um pouco da dor física de Ralston e nos arremessam na sua dor psicológica. Não deve ser fácil para ninguém ficar numa situação daquele tipo. James Franco também ficou acima das minhas expectativas, porém a sua indicação a melhor ator é, no mínimo, um exagero. Você se envolve com ele, você torce para ele sair dali, se arrepia com a cena do braço cortado, mas isso se deve mais ao fato de saber que aquilo é uma história real, que foi vivida por alguém de verdade, e não inventada por um roteirista e encenada em estúdio. 127 Horas merece mais crédito pelo que conta, não pelo que mostra. E consegue de maneira bem criativa, embora a linguagem seja um pouco MTV demais, com cortes de videoclipe e uma câmera meio irritante às vezes, como se estivéssemos dando uma espiadinha no protagonista, ali do lado, invisíveis aos seus olhos, além de uma “câmera real”, dando a intenção de uma filmagem feita por Aron – provavelmente inspiradas no material que ele mesmo produziu durante seu inferno particular. Ainda bem que, depois, a coisa muda de figura e 127 Horas acaba como se não tivessem passados nem 30 minutos. Uma maravilha.

 Tête-à-tête: é uma tremenda sacanagem que Boyle não esteja entre os concorrentes a melhor diretor! Uma injustiça daquelas. Ao menos roteiro adaptado e montagem estão na lista, sendo um forte concorrente. E no de trilha sonora, promete competir pesado com A Rede Social. A canção original de Dido me atraiu, mas não sei se ganha. E quanto a James Franco, ele cresceu bastante, mas nada digno de estatueta. Mais feijão com arroz pro rapaz. Quem sabe na próxima.


Cisne Negro

"EU SOU RYCA!" #Oscar
Bem, não tenho muito o que falar além do que já foi dito aqui mesmo sobre Cisne Negro. É de longe o meu favorito. O único que ameaçou este posto foi 127 Horas, mas Nina e sua jornada obsessiva ainda ficam em primeiro lugar. Aronofsky simplesmente arrasou em todos os detalhes e Natalie Portman está perfeita. O filme muito bem conduzido, deixando o espectador perdido entre realidade e esquizofrenia. Há muito não via um filme que conseguisse me deixar tão tenso e tão desorientado como esse. Não, senhores, A Origem nem sequer fez cócegas. Cisne Negro, sim, consegue o efeito desejado nesse quesito. Um filme que pode muito bem ser representado pela frase da personagem principal: I was perfect. Eu diria, absolutely perfect.

Tête-à-tête: Natalie Portman já é “cavalo de páreo”. Dificilmente ela perde. Direção, com eu já disse, está duríssimo de prever, mas eu apostaria algumas fichas em Aronofsky – já que não temos Boyle na parada. Dos indicados, foi o único a conseguir criar uma atmosfera da qual não se consegue escapar. Fotografia também é uma grande chance para Cisne Negro, já que grande parte dessa atmosfera inexorável se dá graças aos usos intensos de luz e sombra e enquadramentos tortuosos. Tem boa montagem, mas não acho que leva.


O Discurso do Rei
"O-o-o Oscar é-é meu, velhinho!"
Um rei gago em plena II Guerra Mundial, encorajando sua nação através de discursos envolventes. Será que deu certo? Deu. A história e O Discurso do Rei estão aí para provar. A cativante amizade que surge entre o rei George VI e seu fonoaudiólogo, Lionel Logue, toma ares de grandeza nas interpretações fantásticas de Colin Firth e Geoffrey Rush. São eles que dão a tônica do filme, que envolvem o espectador, que nos fazem acreditar que um rei gago buscando a superação do seu problema é algo interessante de se ver. Comparando a Cisne Negro, filme que se mantém no topo para mim, ele é atrativo por motivos diferentes. Enquanto em Cisne temos uma protagonista que sabe muito bem o quer – e segue um espinhoso caminho para isso – em Discurso temos um protagonista que sabe muito bem o que não quer. E essa negativa, essa busca ao contrário, torna o filme especial. Nina é a bailarina perfeita, que precisa apenas de um empurrãozinho rumo a tão sonhada glória. Já George VI, ou simplesmente Bertie, é cheio de defeitos que precisam ser superados, ao custo de seu orgulho e de sua intocável realeza. Ao longo do filme, ele descobre muito mais de si mesmo e de seus súditos, indo muito além de um tratamento para gagueira. O que se vê na tela é a construção de uma amizade que durou décadas, durante e depois da guerra. E a carga impressa por Firth e Rush é tremenda. Se o rei já é uma figura excepcional, que dizer de um ator mal fadado que terminou numa espelunca metida a escritório e cuja plaquinha indica “Lionel Logue – Problemas de fala”? No fim, temos uma obra cuja história é incomum, mas rodada de forma bastante ortodoxa, ao gosto da Academia, e sustentada num elenco fantástico.

Tête-à-tête: Bem, aqui, terei uma leve discordância do meu amigo. O Discurso do Rei é um bom filme, tem todo o envolvimento que ele sentiu falta em A Rede Social e as boas atuações de Bravura Indômita e Cisne Negro. Mas concordo com outro cinéfilo que conheci recentemente, Houldine Nascimento, do Blog do Dine: é um filme um tanto superestimado, com exageradas 12 indicações. Deve ganhar melhor filme simplesmente por acomodar-se ao paladar refinado da Academia. Assim como em atriz só dá Natalie Portman, em ator só dá Colin Firth, soberbo. Interpretar um gago sem cair no ridículo, no forçado, é para poucos, sem contar que ele consegue nos transmitir toda a ansiedade e sofrimento de alguém que sofre desse distúrbio. Geoffrey Rush, igualmente soberbo, deve levar a estatueta, o que seria justíssimo, a menos que haja uma surpresa e Christian Bale ganhe por O Vencedor. Helena Bonham Carter não está assim tão boa para merecer ganhar – minha torcida ainda fica para Hailee Steinfield. Direção de arte, figurino e fotografia devem ser outras conquistas, embora esta última vá ser disputada. Das indicações restantes, sinceramente tenho minhas dúvidas. Mas enfim, é um filme feito para levar, senão estatuetas, indicações. E nesse ponto ele já cumpriu seu objetivo. O resto, saberemos logo mais.


A Origem
@PorcOscar: "A Origem... da gripe suína, hahaha"
Bem, já deixei claro o quanto desgostei deste aqui em outra oportunidade. Mas, putz, como assim indicado a melhor filme de 2010? A Origem é um filme que teve uma bela propaganda – parabéns aos publicitários – mas que deixa a desejar como obra. Não resta dúvida de que seus efeitos são muito interessantes e que a premissa tinha tudo para ser fantástica... Mas o roteiro cansativo e as supostas sacadas inteligentes do filme acabam morgando qualquer um com um mínimo de criticidade. Não, nem adianta defender aquela coisa de “ai, meu deus, num dado momento eu já não sabia mais o que era sonho ou realidade”, por favor. Esses momentos são muito mais bem marcados do que eu esperava, ou gostaria, e a câmera lenta entre as passagens oníricas, recurso usado para explicar a diferença temporal entra cada subnível dos sonhos, termina sendo um arrastar interminável rumo a uma conclusão pretensiosa – não, eu não fiquei nem um pouco me perguntando se aquele pião parou ou não de girar. Sorry, Nolan.

Tête-à-tête: Claro que se A Origem levar alguma coisa esta noite, será nas categorias técnicas. Mixagem de som e efeitos visuais seriam boas apostas. Aliás, efeitos visuais seria a única aposta boa nas técnicas. Não há concorrente para a arquitetura anormal ou para os objetos explodindo no meio das pessoas nesse filme. Em fotografia, direção de arte e edição de som, temos coisas melhores. Só não aposto também em roteiro original por um motivo que vocês verão na última tópico – motivo do qual me envergonho profundamente, como blogueiro, cinéfilo e estudante de jornalismo...


A Rede Social

"Você não ganha um Oscar sem fazer alguns inimigos..."
A história de um nerd de Harvard que virou o bilionário mais jovem do mundo ou a história da rede social mais bem sucedida até agora? Meio difícil saber. Assim como Cisne Negro, A Rede Social já teve seu lugar aqui no Caixa da Memória, mas numa época que nem se falava nada de (concreto) a respeito do Oscar. David Fincher nos conduz na sua obra neo-cyperpunk, sem distopias “mundo cão”, sem alucinógenos pesados e sem crueldade urbana. Espera aí... Sem distopias? E o mundo tremendamente globalizado através das redes sociais, onde informação é moeda de troca e onde um deslize pode levá-lo à falência? Sem alucinógenos? E a “queima” que o Facebook teve que engolir com o vício em cocaína de seu sócio, o criador do Napster, Sean Parker? Sem crueldade? E o que é que Zuckerberg, vivido pelo talentoso Jesse Eisenberg, dispara a todo momento, cotra todo o seu “círculo social”?
Bem, esse detalhes, vale ressaltar, só existem por serem baseados na visão de um dos lados da questão chamada Facebook. O livro Bilionários Por Acaso, de Bem Mezrich, só conta a versão daqueles que saíram prejudicados pelo Facebook, no caso o brasileiro Eduardo Saverin e os irmãos Winklevoss. O Efeito Facebook, de David Kirkpatrick, promete contar a história apoiada nos relatos do todo poderoso “CEO, bitch!” Mark Zuckerberg.
Quando do anúncio dos indicados, eu torcia muito por Rede Social. Fiquei muito feliz com a vitória no Globo de Ouro, mas o tempo foi passando e o filme foi perdendo brilho diante dos seus concorrentes. Não deixa, porém, de ser uma grande obra, centrada apenas em diálogos inteligentes e personagens bem trabalhados por um elenco de fino trato, mesmo para “iniciantes” na selva de Hollywood.

Tête-à-tête: aqui, além de A Origem, será o ponto em que mais discordarei do caro editor do Caio em Coluna. Como assim não há envolvimento e personagens cativantes? Jesse Eisenberg não foi indicado à toa, ele consegue dar brilho a um personagem que nem deve ser tão interessante assim na vida real. Andrew Garfield também deu show – e ainda por cima “representando” o Brasil, hehe. As rusgas mesquinhas entre cada figura envolvida na criação do Facebook deixam o espectador suficientemente envolvido, sempre à espera de quem vai dar a melhor resposta, seja ela uma manobra administrativa ou um fora na cara da pessoa. É um filme de anti-herói, tipo que consegue cativar o público de imediato, sabe-se lá qual o motivo de tal admiração. Talvez porque os anti-heróis fazem tudo que nós, meros mortais, gostaríamos de fazer mas não temos coragem.
Outra coisa: você, Caio, comenta a respeito do filme como se aquela tivesse sido a “versão definitiva” dos fatos, quando se sabe que o roteiro deu leves exageradas no que está no livro. Apimentadas seria o termo mais apropriado. Logo, não se pode simplesmente dizer que o filme é sobre um jovem empresário sacana que foi recolhendo migalhas deixadas pelos outros para construir seu grande trunfo. Na minha visão, está mais para um filme do tipo “será que foi assim?”, e é justamente essa suspeita dos fatos reais que inflama a cabeça do espectador. Pois nos outros filmes “baseados em fatos reais”, nós costumamos não fazer a mínima ideia como se deram os fatos. Em A Rede Social é diferente: há uma mínima noção a respeito, justo por ser um fato tão recente, e isso instiga tremenda reflexão no pós-filme.
Bem, deixando a divagação de lado... A Rede Social é o tipo de filme que teria mais chances se fosse lançado mais tarde ou se não tivesse o azar de concorrer com tantos filmes bons ao mesmo tempo. Mas se fosse para apostar, eu diria que as chances dele ficam com as seguintes categorias: diretor, roteiro adaptado, trilha sonora, fotografia e mixagem de som.


O Vencedor

"Nós dois no ringue e a gente ganha o Oscar, que tu acha?"
Mais que já foi criticado aqui no Caixa da Memória. Foi o primeiro dos concorrentes que eu assisti e foi caindo na preferência rapidamente. Esse não foi um ano de filmes fracos, graças a Deus, e quem ganha com isso é o público. O Vencedor tem a maravilha de mostrar um Christian Bale acima da média, num papel de coadjuvante tão grande quanto o principal, de Mark Whalberg. Além de Bale, temos Melissa Leo e Amy Adams, ambas muito bem nos seus respectivos papéis. O problema de O Vencedor é não ter o mesmo gás dos outros filmes. Você tem o envolvimento, tem bons atores, tem história boa e bem contada, tem uma direção bacana mas... O Vencedor acaba ficando para trás. Não é ruim, muito pelo contrário, mas acho que, por mais que tente, não conseguirei explicar o motivo dessa diminuição frente aos concorrentes.

Tête-à-tête: bem, tenho poucas coisas a discordar de Caio aqui. Coadjuvante para Bale e Melissa seriam justos, embora ache que ele não ganhe. Ela, já não sei. Amy Adams está bem, mas achei demais uma indicação. Desnecessária até. Sobram roteiro original e montagem. O primeiro até pode ser, mas o segundo... Achei que a montagem desse filme atrapalhou um pouco em alguns momentos. Se ganhar melhor filme, será a grande zebra com certeza.


Minha vergonha particular...

"No words about it..."
Não deu tempo de assistir os seguintes filmes: O Inverno da Alma, Minhas Mães e Meu Pai e Toy Story 3. Este último deve gerar sentimentos de “?!?!?” nos leitores, mas explico: não cheguei a assistir na época de lançamento e fui deixando de lado. Com a proximidade do Oscar, simplesmente abandonei a possibilidade de assisti-lo, pois eu terminaria não acrescentando muito ao que já foi dito depois de tantos meses. Já O Inverno da Alma e Minhas Mães e Meu Pai eu simplesmente não tive tempo mesmo e termino este imenso post-comentário devendo esses dois. Uma pena, visto que minha análise termina sendo comprometida no final. Logo, em qualquer categoria onde esses filmes estiverem concorrendo e eu não tenha mencionado em nenhum momento, eu só posso pedir desculpas e esperar a decisão dos membros votantes da Academia.

E que vença o melhor!

– x – x – x –

Caso você seja preguiçoso não tenha paciência para ler um texto tão grande e correu aqui pro final, você também pode conferir esta ótima análise sobre o Oscar. Comentário de alto nível, muito bem escrito e com grande carga de conhecimento.

Só para não escapar à tradição, minha listinha de apostas:
(o primeiro nome é minha aposta, o segundo que eu acho que a Academia vá premiar)

Melhor Filme Cisne Negro (mesmo sabendo que O Discurso do Rei deve levar)
Melhor Ator Colin Firth
Melhor Atriz Natalie Portman
Melhor Diretor Darren Aronofsky
Melhor Ator Coadjuvante Geoffrey Rush
Melhor Atriz Coadjvante Hailee Steinfield
Melhor Roteiro Original A Origem (a contragosto) =P
Melhor Roteiro Adaptado 127 Horas
Melhor Edição (ou Montagem) Cisne Negro/127 Horas (não tive como escolher um aqui)
Melhor Direção de Arte Harry Potter e As Relíquias da Morte
Melhor Fotografia Cisne Negro
Melhor Mixagem de Som O Discurso do Rei
Melhor Edição de Som Tron: O Legado
Melhor Figurino O Discurso do Rei
Melhores Efeitos Visuais A Origem (por falta de opção melhor)
Melhor Trilha Sonora A Rede Social
Melhor Animação Toy Story 3 (embora O Mágico merecesse)


13 comentários:

Caio Viana disse...

Bom. Não tenho o que dizer, exceto: meus comentários permanecem sendo o meu post!

Caio Viana disse...

Só: de onde vc tirou que Bale não ganha? Ele é de longe o favorito!!!
E mais: vc não tem mais cacife pra falar de A Origem!

Caio Viana disse...

Mais atualizado impossível: Bale ganhou, claro!

Wesley Prado disse...

Seus comentários são seu post, amigo. Tanto que tem link pro seu blog e só faço citá-los, visse?
Quanto a Bale, foi só o medo de que ele não levasse mesmo. Apenas isso.
E quanto a Origem... Caio, vai ver se DiCaprio tá lá na esquina e se agarra com ele, vai? Meu cacife para falar de A Origem permanece intacto, amigo.

Caio Viana disse...

Só pra vc mesmo!!! Como bem disse Martins, depois de Vibe e falar mal de A Origem, vc perdeu todos os créditos!

Wesley Prado disse...

E eu sou algum videogame parar ter créditos? Sai do lixo, Caio, huahauhauha.
Avisa a Martins que se um dia ele REALMENTE resolver entrar num curso de Publicidade (ou comunicação em geral), "vibe" vai ser a palavra mais normal que ele vai escutar, vá por mim.
E continuarei falando mal de A Origem até quando eu tiver vida, meu caro. Como já te falei, bom filme de ação, péssimo como obra-prima. De seja o que for.

Caio Viana disse...

E A Origem tá na frente, com 3. E como bem disse Villaça em seu videocast agora: "A Origem só tá ganhando técnico, mas o filme transcende isso, sem sombra de dúvidas!"

Caio Viana disse...

Quer dizer que se o mundo fala merda, vc fala tb? Desde quando isso é medição pra algo?

Flávio Macedo disse...

Wesley,
Conheci seu blog hoje.
Gostei muito, é totalmente original.
Inclusive o layout está muito bonito.
Conheça o meu blog:
http://registrodeperspectiva.blogspot.com/
Abraço, sucesso com o blog

Wesley Prado disse...

Olha, primeiro: não vem citar o nome daquele imbecil aqui no meu blog, ok? Um cara que esperneia porque perdeu pageviews como ele, supostamente defendendo direito autoral, tratando Creative Commons como se fosse lixo e posta uma foto de Jodie Foster de menor (ou seja, pedofilia, no mínimo) pouco tempo depois não passa de um ridículo com o rei na barriga. Pra não dizer hipócrita.
Vai lá ver se ela também tá na esquina e faz um threesome tu, DiCaprio e ele, visse?

E quanto ao vibe... Vão tomar no cu vocês dois, meu saco! Tava tirando onda que ele vai escutar palavras muito mais "moderninhas", que ele vai ouvir muito mais gírias e termos estrangeiros do que nos nossos tempos de colégio. Uso não é porque todo mundo fala. Desde quando sou maria-vai-com-as-outras, hein, Caio?

Wesley Prado disse...

Engraçado é que, quer ver essa "putaria" aqui, vai pensar que a gente tá se "matando" de verdade. uhauahuahuahuaha

Wesley Prado disse...

Opa, Flávio, obrigado pela visita!
Exagero seu esse "totalmente original", aí, ok? kkkk
Visitarei seu blog com calma. Até!

Caio Viana disse...

Vc crê tanto nas coisas que diz quanto eu...

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